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Benedita Bernardes, Advogado
Benedita Bernardes
Comentário · há 4 meses
Então, diante dos entendimentos jurídicos e pela Doutrina, entendo que o casal separandos, deve sim aquele que causou o desconforto para o outro diante de uma sociedade, como filhos, local de trabalho, sociedade de trabalho,comunidade que viviam, Status Social, má compostura diante da lei, em audiência presencial, inclusive admitido pelo Magistrado "a quo", a presença da amante do marido e da esposa com seus devidos advogados, é a maior humilhação que pode se causar à vítima, uma vez que a causadora de todos os problemas quer físicos ou psicológicos traumas, em crianças ou adultos, acha que ela está por cima, não sente vergonha essas mulheres e o marido ao invés de calar-se, vai a favor da rapariga e ai´Excelências como fica o controle emocional da vítima e família? Mesmo que seja condenado a pagar uma pensão para a ex-esposa, deve sim e para que todos que viram e souberam da humilhação que ela atravessou junto com esse homem, pai de seus filhos saibam que ele deverá ser condenado a pagar INDENIZAÇÃO À ELA, por todos os tipos de danos sofridos, durante o período onde ele se achou que era um "mocinho" para pular de galho em galho, pisando na sua responsabilidade de marido e pai. Que ele causou não só à ela , mas machucando muito mais seus filhos, que certamente amam seu pai em qualquer situação e vão achar falta da sua presença como pai e amigo e ele não dá a mínima para esses sentimento. O pai divorciando, sob a pressão da rapariga já quer casar imediatamente e sabe sob qual regime ? O de Comunhão Universal de Bens" A maioria das ex esposa no estado emocional que se encontra, nem percebe porque e talvez nem procure saber, por estarem tão machucadas que largam seus bens pra la, pensam no Amor da família que eram e agora se acaba do nada. NA maioria das vezes quem batalhou lutou, não mediu esforços para aumentar seu patrimônio e ter uma vida digna. Também podia ser que antes do seu casamento ela já era uma profissional de sucesso que somou na união. Na meação dos bens patrimoniais, como de costume 50%, é de cada um e ele em vez de pensar nos seus filhos, doando aos seus herdeiros como usufruto; difícil pra ele; é mais fácil, prazeroso dar pra ela e outro filho, vendo-a sorrir da tristeza de quem é esse patrimônio. Os irônicos , parecem jogados na nuvem, que se apressam em casar-se e sabem em que regime, nunca é outro, só se for uma raridade, é comunhão universal de bens (pq. ali ela toma tudo o que ela quiser obviamente que não o da ex esposa. Nos dias de hoje o regime de lei e o Comunhão parcial de bens, que é aquilo que vem após o casamento. Elas se apressam em engravidar, para que o que deve ser dividido com seus filhos (dele) do 1º casamento com mais um do segundo e com a digníssima. Será que esses filhos terão boas lembranças desse pai? Isso não é pai verdadeiro de alma, do coração, não é mais aquele amigo,abandonou-os, eles queriam o pequeno grande HOMEM, MEU PAI, que não apenas fecundou um óvulo da minha mãe, queriam aquele pai amigo que acreditavam nunca serem abandonados por ele em função de outra mulher. Quem cuidará desse homem na sua longevidade? Pensem.

Poderão ainda os filhos, ainda pequenos, através da mãe ou responsável, ou adultos, por eles, requererem judicialmente AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANOS POR ABANDONO e POR FALTA DE AMOR.
Ana Suelen Porto, Advogado
Ana Suelen Porto
Comentário · há 4 meses
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